7 dicas para mães de primeira viagem

Olá,

Estamos grávidas da primeira vez e temos toda aquela ansiedade a vir a 100 km/h e nós a tentar lidar com a informação toda, ao mesmo tempo estamos a sentir que 99% do nosso sangue vai para o pequeno ser que está no nosso ventre. Familiar?

Pois bem, dou aqui 7 dicas bem simples para termos um início de maternidade mais feliz e calmo.

 

1. Informem-se, leiam sobre os assuntos e tirem as vossas dúvidas… mas não levem tudo à letra.

Como pessoal informada sinto-me mais segura  por isso, mesmo que não mo tivesse sido recomendado, teria ido pesquisar sobre vários temas antes e logo após a minha filha nascer.

Mas por mais informações que tenhamos absorvido (e não pensem que perdemos a capacidade de absorver informação por estarmos grávidas e prestes a rebolar), devemos ter em conta que, após o nascimento do bebé,  vamos ter a prova viva de que cada indivíduo é único. Na verdade, aquilo tudo que lemos – e nós tínhamos até à teoria toda sabida – não é bem assim.

O conselho aqui é focarem-se sempre no seu filho e na sua personalidade. Vamos aprender a tomar as melhores decisões, a saber o que funciona e o que não funciona, e com isso e vamo-nos sentir mais seguras com o tempo.

 

2. Tenham uma rede de apoio

Nós não vamos ser mães sozinhas. A nossa volta há quem nos esteja disposto a ajudar.

Família e amigos são muito bem-vindos nessa fase. Nem tudo são rosas no início da maternidade: pouco descanso, muitos nervos, hormonas aos saltos, tudo é novo e temos que aprender a fazer das nossas 24h algo que nem o Super Homem consegue.

Sem medos nem receios ou vergonhas, toca a pedir ajuda, nem. que seja apara nos fazerem companhia ou cozinhar o almoço de amanhã.

Tudo isto nos ajudará a passar por esta altura da melhor forma.

E, muito importante, não deixem o pai (o vosso companheiro) de parte! Falem, partilhem com ele!

 

3. Sejam acompanhadas por médicos que vos deixem tranquilas.

Isto é válido quer para o obstetra (e pelo hospital onde vamos ser atendidas), quer para o pediatra que depois nos vai atender aquelas chamadas com dúvidas existenciais de “será que a minha filha está mesmo bem ou devo ir a correr para as urgências do hospital?”.

Visitem as maternidades, as alas neonatais do hospital… no fundo, aquilo que vos deixar mais tranquila.

Façam as ecografias onde vos for recomendado, mas se sentirem que não saem de lá esclarecidas, podem mudar. (Para vos dar uma ideia, a primeira ecografia morfológica que fiz demorou 10 minutos, foi super lacónica; na segunda ecografia mudei para a Drª Carlinda Cruz na Casa da Saúde da Boavista e nunca me senti tão segura na vida! Entre 1h a 2h de ecografia, acompanhada pelas explicações dela. 5 estrelas!)

Falem abertamente das opções de parto com o vosso médico para estarem todos na mesma página. No dia, é mais fácil assim 🙂

 

4. Amamentação: mama sim, mas temos que ser realistas e conhecer todas as opções.

Aqui incluímos as opções de ajuda: conselheiras da amamentação, o processo de amamentação, a amamentação com suplementação, etc.

A amamentação nem sempre será fácil e indolor, mas com ajuda e apoio é um momento de vínculo importante com o bebé.

São vários os benefícios do aleitamento materno, como a passagem de anticorpos e o contacto com o corpo da mãe. Nem as mães nem os bebés nascem a saber como isto se processa, por isso leiam sobre técnicas de pega, se quiserem testem extratores (bombas de leite), falem com uma consultora e até com o pediatra e vão ver que tudo se resolve.

Já escrevi sobre a minha experiência anteriormente, pode ser que ajude 🙂

 

5. Os bebés choram e nem sempre os vamos conseguir acalmar logo, mas vai passar!

Há bebés que choram mais do que outros e se há uma verdade na maternidade é estes pequenotes podem chorar muito, uns até cerca de três horas por dia.

Mas não desesperem!

Com o tempo, aprendemos a perceber o choro do bebé e vamos riscando a checklist mental: fome, fraldas, sono, cólicas… ou simplesmente aborrecimento.

O choro é o meio de comunicação dos bebés connosco. Muitas vezes, o choro aumenta porque não conseguem expressar-se connosco o nós tendemos a escalar na irritação. É uma bola de neve.

Assim, no global, o importante é reter que devemos tentar passar calma, ir falando com o nosso pequenote, e oferecer muito amor.

Vejam algumas técnicas para acalmar os bebés e testem. Nem todos são iguais por isso o que resulta com a minha filha pode não resultar com os vossos. Mas uma coisa é certa: às vezes basta darmos um abraço forte para passar tudo!

 

6. Babywearing, e muito!

Já ouviram falar? Ou se calhar viram uma mãe com uma. mochila ou um pano a carregar o filhote e ficaram curiosos.

Pois bem, eu dou colo à minha filha imensas vezes, porque ela é bebé e precisa. Há momentos em que precisa, outros não, claro.

Aqui, uma das grandes mais-valias é deixar o carrinho dela em casa imensas vezes quando saímos. Mãos livres! Fica junto a mim, sempre visível e eu tenho as mãos livres para fazer tudo o que preciso.

Já escrevi sobre babywearing mais do que uma vez e tive até uma mamã convidada a partilhar a experiência.

 

7. Confiança!

Este é o mais simples mais mais importante 🙂 Sim, vocês conseguem! 🙂 Assumam que vão errar pelo caminho e que vão aprender a cada dia que passa. Só nos torna melhores 😍

 

Espero que seja útil para vocês, tal como para mim.

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