9 dicas para sobreviverem ao primeiro ano de maternidade

Bem, quero começar por vos dizer que podemos fazer melhor do que sobreviver no primeiro ano com estas dicas. Conseguimos prosperar e ainda nos sobrará alguma energia para mais qualquer coisa. Mas não faço promessas 😉 Estas são apenas algumas dicas que segui ou que gostaria de ter seguido quando tive a minha primeira filha, principalmente durante o período da licença de maternidade. Agora, com a segunda, são o prato do dia cá em casa!

1. Deixem o dia fluir

O nosso “mini me” assume o seu controlo dos nossos dias e isso é perfeitamente normal. Mas também temos que ver que nós temos coisas para fazer para além de ficarmos em casa fechadas durante meses. A rotina é importante, e muitas crianças ficam realmente agitadas quando esta não é cumprida; mas isto também significa que os pais não conseguem viver plenamente os seus dias. Aqui, a chave é tentarem o meio-termo e jogarem com os horários. A maior probabilidade é que o esforço vos tire a vontade de sair de casa algumas vezes, mas tentem tirar o melhor partido da situação.

 

2. Sigam o instinto

É sempre mais fácil perguntar a todos os outros o que fazer quando fomos pais há pouco tempo e tudo é novo e desconhecido. Mas aprendam a confiar na vossa intuição. Se acham que alguma não está bem, então confiem e tentem ver o que se passa. O Google não tem todas as respostas e os grupos de Facebook nem sempre ajudam, ok? Tenham os números do pediatra e da Saúde 24 à mão, assim como daquelas pessoas que pensem que vos possam ajudar e força nisso! 🙂

 

3. Planifiquem com margens e abusem das agendas do telemóvel

Toda a gente fala de cérebro de grávida, mas garanto que o cérebro de recém pais é muito pior 🤣 Munam-se das armas necessárias para aguentar este período da licença parental (e meses seguintes, pelo menos!) como quem armazena água para um Apocalipse. Usem agendas / diários, quadros de notas no frigorífico, aplicações no telemóvel (não vivo sem o Google Calendar) para as tarefas e para as vossas listas, e apontem as coisas. Isto vai ajudar o nosso cérebro a conservar alguma energia quando quisermos saber se temos ou não que comprar cenouras. Há apps para tudo, e se o vosso caso for crítico, podem usar até uma para marcar as horas dos biberões ou mamadas.

 

4. Aceitem ajuda

Nós gostamos de pensar que somos super heróis, que temos a obrigação de aguentar com tudo, mas, honestamente, não só não somos super heróis, como não temos que fazer disto uma jornada solitária por obrigação! Se as pessoas se oferecerem para vos ajudar, aceitem.

 

5. Comam bem!

Já dizia António Variações que “quando a cabeça não tem juízo, quando te esforças mais do que é preciso, o corpo é que paga”. E tinha razão. O corpo precisa de combustível para funcionar, por isso terem uma boa alimentação (reforçada com vitaminas) é fundamental.

 

6. Arranjem tempo para vocês

Tirarem algum tempo para irem espairecer as ideias, dormir ou cortar o cabelo não faz de vocês piores pais. Bem pelo contrário! Ajuda a equilibrar os vosso dia, a dar-vos mais energia e a melhorar o vosso humor. Arranjem tempo para vocês individualmente e como casal.

 

7. Parem de vos comparar com os outros

Este caminho da maternidade é paternidade é vosso e não dos outros. Eu sei, parece que, mesmo quando não queremos, vamos comparar a nossa vida com a dos outros. No fundo, só procuramos a validação do nosso próprio valor. Mas garanto-vos que pouco importa se o bebé dos outros come só cenas bio caríssimas ou se os pais compraram uma cadeira da papa de 200 euros e roupa Ralph Lauren. Cada um faz o melhor que pode.

 

8. Interações positivas

Rodearem-se de pessoas positivas e que realmente vos têm em consideração é mais do que necessário nesta fase. Acreditem que ter pessoal que só sabe vir apontar o dedo ou mandar o bitaite, ou pior, que não quer saber de vocês, mas quando precisa de alguma coisa lá aparece, é algo que só vos rouba tempo e energias.

 

9.  Não é preciso acertar (à primeira)

Se tentarmos ser perfeitos a coisa vai correr mal. Vamos estar à procura de algo que não existe, OK? Só vamos andar mais ansiosos e a entrar em constantes comparações e, nesse tempo, não vamos conseguir aproveitar nada.

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