Reunião com a educadora

Hoje tivemos a oportunidade de falar com a educadora da Pipoca mais velha, numa reunião de ponto de situação do desenvolvimento dela e quais os pontos que podem ser mais trabalhados.

Foi uma conversa há muito desejada porque a Covid-19 veio distanciar-nos de algumas coisas, nomeadamente da ida até à sala ao ir deixar ou buscar as miúdas – e que nos dava uns minutos para uma troca de ideias sempre que necessário.

Viemos para casa com as seguintes notas, sobre o que podemos trabalhar, para ajudar a Pipoca a ter um desenvolvimento o mais saudável possível 🙂

Photo by Andrea Piacquadio on Pexels.com

A linguagem

Sobre isto, apenas temos que ir reforçando a fonética de algumas consoantes que ainda são trocadas – e que nos parece ser tema de habituação a falar de uma forma, mas não custa estarmos sensíveis para o caso de ser necessária intervenção de alguém mais experiente. 🙂

A emoção

Este tem sido um dos pontos de muito trabalho principalmente desde o ano e meio / 2 anos, porque a Pipoca muito facilmente chora em vez de se expressar verbalmente em algumas situações.

Não é sempre – aliás, a irmã não passa um dia sem berrar 2 ou 3 vezes em casa por birra pura, enquanto que esta chora uma vez por semana se tanto.

Temos reforçado a importância dela dizer o que sente – sejam emoções mais positivas ou negativas, ou até de confusão. Notamos que este é um trabalho de avanços e retrocessos, e que a dinâmica com a irmã também mexe com isto.

Esta Pipoquinha tem um humor mais estável do que a irmã, que é um furacão todos os dias. Tem também uma personalidade mais doce e calma, e dá-se bem sozinha ou com outros (há lugar para tudo). Este conjunto perfeito na sua imperfeição faz com que, quando sai do registo equilibrado dela, depois não saiba voltar com facilidade (já está melhor, e aprender a verbalizar ajuda).

Recorro várias vezes ao livro do “Monstro das Cores” e o “Monstro das Cores vai à escola” para que as emoções sejam cada vez mais claras e fáceis de compreender por ela quando as sente. Aos poucos, vamos lá. ♥️

De resto, é participativa e gosta de fazer atividades propostas – até deu trabalho extra à educadora quando esta levou o livro “A lagartinha muito comilona”, que é só é apenas o livro mais lido desta casa. 🐛

Agora vvamos ver se conseguimos ter uma visão de como é a irmã – o nosos furacãozinho.

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