A consulta dos 18 meses da Pipoca mais nova

Hoje a Pipoca mais nova completa 18 meses, e ontem tivemos a consulta com o pediatra. Se as novidades com o segundo filho podem não ser tão abundantes como com o primeiro, as preocupações continuam lá.

Neste caso, estamos a lidar com uma rapariga teimosa, que atalha sempre que possível, e que está a tornar a tarefa de a pormos a andar sozinha num suplício. São meses longos a puxar por ela – finalmente começa agora a dar um passinho minúsculo sozinha de vez em quando! Mas, se puder sentar-se e gatinhar, eis a escolha dela. Lidamos com birra dela – daquelas de se deitar no chão e de parecer que fica colada aos tacos – por não querer andar. Percebo, cansa, e por que é que há-de andar se pode gatinhar?

No conjunto, ainda estamos a vê-la a ganhar peso acima do recomendável – o que pode traduzir-se numa dificuldade acrescida para andar, já que o peso que ela tem que suportar é maior.

Por isso, saímos da consulta com um prazo para a pormos a andar sozinha – já antes tínhamos uns limites temporais; ficou muito claro para o pediatra que a evolução lenta dela se deve mais à teimosia e preguiça da personalidade condensada em 11 quilinhos do que propriamente a dificuldades físicas. Aí, menos mal.

De resto, está ótima. Acho giro como o pediatra se lembra tão bem da Pipoca mais velha. Por mais que nos digam que não há comparações, há sempre alguma coisa, e esta idade, para mim, é cheia de pontos onde posso ir buscar equivalências. A irmã mais velha é uma criança super tranquila. Por esta altura, já estava a meio da gravidez da mais nova e ela já comia à mesa connosco (sentada numa cadeira das nossas, é o que quero dizer), praticamente pela mão dela sem fazer grande sujidade, por exemplo. Claro que já andava sozinha há uns 3 meses, e não tinha o instinto suicida de se mandar da cadeira abaixo, como a mais nova tem.

Há aqui um ponto que eu acho que é uma diferença enorme: aos 15 meses, a mais velha passou para a sala de 1 ano no infantário; a partir do momento em que começam a andar é isso que acontece. Por outro lado, a mais nova ainda está na sala dos bebés. Não sei até que ponto isto lhe estará a atrasar alguns desenvolvimentos, e com esta situação pandémica, não temos tanta facilidade em ter comunicação com a sala da mais nova.

Felizmente com a sala da mais velha há mais comunicação; temos um email direto para falar com a educadora e ainda temos o grupo de contacto dos pais do ano passado – a maioria mantém-se. 🙂

Como é nas escolas dos vossos filhos? Mantiveram os cadernos de contacto? Nós usávamos muito os cadernos e era muito úteis; depois de voltarmos (em maior) acabou-se com isso por se entender ser meio de propagação do coronavírus. Perdeu-se um grande meio de comunicação. 😐 Que alternativas têm? Vá, deixem-me ideias, porque às vezes podemos não estar a ver uma coisa simples e que possa funcionar bem 😉

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