Primeiro almoço fora

Dizía-vos na segunda-feira que já não fazia uma refeição fora de casa há uns 4 meses. Com certeza, a última vez que comi fora de casa foi uma amostra de pequeno-almoço a caminho do trabalho uns dias antes de passar a trabalhar a partir de casa. Se pensarmos no último almoço fora, foi ainda antes disso, algures no Norteshopping.

Confesso que, com a situação da Covid-19, a vontade de voltar a um restaurante não abundou nestes meses. De vez em quando fazemos uso de entregas em casa, mas estamos a falar de umas 4 vezes desde o confinamento. Foram aniversários celebrados em casa, momentos em que provavelmente iria jantar ou almoçar fora com família ou a dois.

Para que fique claro, a vontade não é pouco por desconfiar nas medidas tomadas pelos restaurantes; é a falta de confiança em partilhar espaços com outras pessoas.

Com a pandemia, e com os surtos das últimas semanas, a minha vontade de estar em sítios mais frequentados é nula. Sob o pretexto de eu estar de férias e de podermos fazer um almoço a dois, o meu marido sugeriu irmos a algum lado almoçar e aproveitámos que tínhamos o restaurante Coreto na lista para fazer uma visita.

Este restaurante fica na Maia, à beira do Jardim Zoológico e do cemitério municipal.

Podemos ler no site do restaurante que num coreto “nasceu um restaurante especializado em carnes, onde se corta, matura, confecciona e vende carne de qualidade superior“. A especialidade são, realmente, as carnes.

O espaço é muito bonito e discreto, só dá com ele quem o vir recomendado, e é um dos pontos que me atrai. A refeição é o atendimento fazem o resto do fascínio que o Coreto me deixou.

Nós começamos com o couvert, que traz manteiga com chouriço e ainda gema de ovo mesmo no ponto para ser a companhia do pão e da broa. Pedimos o presunto de Leon para fazer par e uma sangria de espumantes e frutos vermelhos para regar um almoço num dia quente de Junho.

Um dos pontos fortes, para mim, foi toda a atenção ao cliente. Para mim é para o meu marido nem sempre é consensual a ida a um restaurante de carnes. Ele gosta da vaca meia viva, eu gosto dela sem circulação. Dissemos isto à empregada que nos atendeu (não me lembrei, na altura, de lhe perguntar o nome) e ela explicou que não era problema. Felizmente, as carnes são servidas fatiadas e é possível passar umas fatias melhor, enquanto a outra pessoa disfruta da carne mal passada. 🙂

Assim sendo, escolhemos o tomahawk, e como acompanhamentos as batatas fritas rústicas para ele, e as batatas ao sal para mim.

Tomahawk maturado 45 dias

Todas as escolhas foram boas (se bem que o file mignon também tenha sorrido para mim, mas desta vez fomos para dividir) 🙂

Fiquei muito surpreendida com as batatas ao sal. Não me ocorreria fazer esta combinação com o queijo Philadelphia, mas gostei!

Batatas rústicas à esquerda e as batatas ao sal, com creme de Philadelphia e cebolinho, à direita

Para sobremesa, o meu marido optou pelo Dom Rodrigo desconstruído e eu pelo brownie de chocolate com laranja salgada e gelado de baunilha. Nada desapontou ❤️

Fica aa recomendação para que visitem este espaço. Mais uma dica: eu reservei pelo The Fork e assim tivemos um desconto de 30% (exceto nas bebidas) 😉

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