Não sei se o resto de Março voou, nem se Abril passou a voar em warp speed, mas a verdade é que a pouco mais de mês é meio estaremos a meio de 2025. 😬
Apercebi-me disto e parei para uma reflexão. Vale o que vale, podem avançar – em resumo vou dizer que parece que este ano anda, todo ele, em Mercúrio Retrógrado 😅

Dezembro teve as suas atribulações, e, não só não foi o que esperávamos, como nos deixou alerta, levantou muros, criou comichões pelo caminho.
Muda o ano e temos sempre aquela esperança meia infundada de que por passarmos a usar um novo calendário, as coisas más passam e todo um ciclo começa, quase do zero. Quase – porque as coisas boas vêm connosco, enquanto que as más queremos deixar para trás. Só aí já há um problema de gestão, estão a ver?
Janeiro não foi um mês lá muito gentil. O gato teve uma crise de meia idade, passou 15 dias fora, voltou doente, teve que ser internado. Os meus problemas de saúde continuaram, arrastaram-se para Fevereiro, assim como os do gato, mas felizmente ambos recuperamos e o ano parecia estar a encaminhar-se.
Entretanto, entre estas chatices e outras, as obras que tínhamos começado em Dezembro ficaram em águas de bacalhau, porque o senhor adoeceu e ainda teve uns problemas de família. Odeio fazer obras – precisamente pelas más pessoas que andam aí. Mas parecia que finalmente tínhamos uma pessoa séria com este senhor. Sabendo que era uma pessoa cumpridora, que já tinha trabalhado connosco antes, perfecionista e certa na palavra, claro que demos aqui espaço à pessoa e até acedemos a um adiantamento. Sem trabalhar, não ganha, e a coisa torna-se complicada para ele.
Resumindo e atalhando, até hoje não tivemos avanços, a pessoa não atende, não responde não aparece e nestes 5 meses só o vi duas vezes, com muita dificuldade física. De resto, só consigo acrescentar que falhou sempre as datas marcadas, algo que não nos tinha acontecido no passado.
A muito custo, e porque já imagino que possa dar asneira, estou novamente a passar pelo processo de procurar gente para fazer o que falta. Marcar visitas, pedir valores, sem saber bem se o dado é perdido ou se o senhor vai reerguer-se das cinzas, qual Fénix, e um dia irá aparecer à minha porta para terminar o trabalho ou para falarmos.
Nisto, ainda não falei de apagão, aniversários, matrículas, nem de outros temas da vida mundana. Mas acho que deu para perceber por que é que estou de pé atrás com 2025.
E vocês, o que dizem de 2025?
